Erros, porque não suporta-los?
sem a existência destes seria ridícula a felicidade dos acertos.
Sou um cão otário mordendo o próprio rabo
As mãos repousam sobre a mesa.
Lá vem ele, sujeito miserável
De meias sujas e pés maltratados.
De certo achou o anel que procurava
mas veja, porque retornaste tão tarde para busca-lo?
Já não serve a teus dedos
esquece pobre diabo!
explica-me, tu corres sem direção?
ou estás a procura de um abrigo?
Porque te colocas de fora?
pare de apenas rabiscar!!!
Mãe procura-me, sou teu filho
sofro feito um mendigo
Eu grito, um grito de dor mesclando-se
a um suspiro de alívio.
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