domingo, 9 de outubro de 2011

O ERRO

Erros, porque não suporta-los?
sem a existência destes seria ridícula a felicidade dos acertos.


Sou um cão otário mordendo o próprio rabo
As mãos repousam sobre a mesa.


Lá vem ele, sujeito miserável
De meias sujas e pés maltratados.


De certo achou o anel que procurava
mas veja, porque retornaste tão tarde para busca-lo?


Já não serve a teus dedos
esquece pobre diabo!


explica-me, tu corres sem direção?
ou estás a procura de um abrigo?


Porque te colocas de fora?
pare de apenas rabiscar!!!


Mãe procura-me, sou teu filho
sofro feito um mendigo


Eu grito, um grito de dor mesclando-se
a um suspiro de alívio.

Nenhum comentário:

Postar um comentário